Cirurgia robótica. Prontuário eletrônico. Telemedicina. O setor de saúde já tem passado por uma intensa transformação nos últimos anos, e esse processo foi ainda mais acelerado com a eclosão da pandemia da covid-19. A partir dela, novos desafios surgiram para as empresas do segmento, fazendo com que elas investissem em inovação e adotassem novos recursos tecnológicos.
Apesar da importância desse momento, a verdadeira disrupção na indústria da saúde, ao que tudo indica, ainda está por vir: acontecerá com a criação do metaverso, mundo virtual visto por muitos como a próxima fronteira da Internet, onde os usuários irão interagir usando avatares.
Guilherme Hummel, coordenador científico da Hospitalar Hub, evento de conexão e desenvolvimento do setor da saúde na América Latina, e head mentor do eHealth Mentor Institute (EMI), organização de mentorização corporativa centrada em prover aconselhamento estratégico a investidores, provedores de TI e comunicação em saúde e empresas da cadeia de assistência médica, explica que este ambiente imersivo é construído a partir da união das tecnologias de realidade virtual (VR), realidade estendida (XR) e realidade aumentada (AR).
Baseado nesse novo contexto, os recursos de realidade médica estendida, segundo Hummel, irão aprimorar o nível de informação que o médico e o paciente dispõem e serão essenciais para a realização de procedimentos cirúrgicos, diagnósticos preditivos, reabilitação, fisioterapia e outros tratamentos, medicina personalizada e treinamento de profissionais.
José Marcelo de Oliveira, diretor-presidente do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, acrescenta que a saúde populacional, a medicina de alta complexidade e a telemedicina também serão particularmente beneficiadas com o avanço do metaverso.
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Fonte: ÉPOCA NEGÓCIOS